sexta-feira, 26 de outubro de 2012

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CONSELHOS PARA UMA VIDA ABENÇOADA


E SE JESUS VOUTAR???

A “explosão” de megatemplos no Brasil

Publicado em 23 de Outubro de 2012Fonte: Folha de SP, Revista Época e Diário de Maringá.
A inauguração da maior igreja católica do Brasil e possivelmente de todo o continente sul-americano, um projeto do padre Marcelo Rossi, reacende a discussão sobre as megaigrejas no país.
Os megatemplos, que se multiplicam especialmente nas grandes cidades, atraem multidões que só eram vistas em shows musicais e jogos de futebol. Elas podem ser vistas como monumentos que atestam o vigor do cristianismo brasileiro, em especial do segmento evangélico. Do ponto de vista social, refletem o grande desejo de participar que atrai as multidões de fiéis a cada culto ou missa.
Rossi, possivelmente o padre mais famoso do Brasil quer atrair cerca de 80 mil fieis para as missas na Igreja Theotokos (Mãe de Deus). A estrutura terá 500 banheiros e um estacionamento para milhares de carros e ônibus. Para efeito de comparação, atualmente o mais santuário católico brasileiro é a Basílica de Nossa Senhora Aparecida, com capacidade para 35 mil pessoas.
“Se Deus está presente onde duas ou três pessoas se reúnem em seu nome, como diz a Bíblia, a sua presença será ainda mais intensa quando se reunirem 30 mil, 50 mil, 100 mil”, afirma o padre cantor. “Os brasileiros precisam de grandes basílicas e catedrais, de lugares imensos para se reunir e rezar”, acredita.
Com o término do santuário “Mãe de Deus”, a Igreja Católica parece retomar a competição que trava no Brasil com as Igrejas pentecostais para ver quem reúne mais gente.
“Erguer uma igreja grandiosa é uma forma para se impor às outras denominações religiosas e demonstrar que somente aqui você encontra Deus”, explica Brenda Carranza, socióloga da PUC-Campinas.
Investimento caro
É difícil calcular o quanto de dinheiro está sendo investido nesse tipo de empreendimento. Calcula-se que o templo do padre Marcelo custou mais de R$ 50 milhões. A empreiteira Sobrosa está construindo o Templo do Rei Salomão, da Igreja Universal do Reino de Deus, ao custo aproximado de R$ 350 milhões.
A obra de 74 mil metros quadrados, e que só deverá ficar pronto em 2014, terá colunas com quase o dobro da altura do Cristo Redentor, capacidade para mais de 10 mil pessoas sentadas, vagas para 1,2 mil veículos e será totalmente revestido de pedras importadas de Israel.
A cidade de São Paulo já tem outros templos gigantes, como a sede nacional da Igreja Deus é Amor, com capacidade para receber mais de 60 mil pessoas (metade sentada). Perto dali, a Assembleia de Deus está construindo uma espécie de ginásio para abrigar cerca de 10 mil fieis por culto. A fachada de vidro promete ser o destaque do projeto, que deve servir também para a realização de convenções estaduais da denominação.
A cidade de Guarulhos, na Grande São Paulo, abriga a maior igreja evangélica do país, da Igreja Mundial do Reino de Deus, com capacidade para 150 mil pessoas. Mesmo assim, ainda perde para a Winners Chapel (Capela dos Vencedores) da Nigéria, com capacidade para 250 mil, considerado a maior igreja do mundo.
Brasil afora
Mas outros imponentes lugares de culto estão sendo construídos ou planejados para quase todas as capitais. O fato de o país viver um bom momento econômico tem influenciado esse tipo de investimento.
Por exemplo, em Recife, a Assembleia de Deus está construindo um templo capaz de reunir 30 mil pessoas. Em Belo Horizonte existe o projeto (para até 2014) da Catedral Cristo Rei, capaz de reunir 25 mil fieis católicos. Na mesma cidade, a igreja Batista de Lagoinha tem um projeto para um novo templo com capacidade para mais de 30 mil.
O “fenômeno” dos templos gigantes começou na década de 1970, nos Estados Unidos. No Brasil, começou uma década mais tarde, quando as igrejas evangélicas começaram a comprar cinemas desativados, com capacidade para até 2 mil pessoas. Na década de 1990, surgiram os primeiros espaços chamados de megaigrejas, como a Catedral Mundial da Fé, sede da Igreja Universal do Reino de Deus, no Rio de Janeiro, que abriga 15 mil fiéis.
Efeitos sobre a fé
Brenda Carranza, que é autora de um livro sobre cristianismo midiático entende que: “Com os megatemplos, a Igreja, seja evangélica ou católica, mostra de forma simbólica que não é um movimento religioso efêmero. E, depois, a fé cristã não existe para ser vivida apenas individualmente”.
Contudo, o sociólogo da religião, Ricardo Mariano, é categórico ao afirmar que essa estratégia pode fazer com que as pessoas percam o “senso de comunidade”. Uma das explicações para a Igreja Universal do Reino de Deus ter experimentado um decréscimo de cerca de 10% no número de adeptos nos últimos anos é que seus megatemplos e redes de TV desfavorecem uma “sociabilidade fraterna e comunitária”.

SERÁ ?????

Embora os cientistas refutem a probabilidade do dia do juízo final profetizado pelos maias se concretizar este ano, as teorias apocalípticas continuam rendendo, especialmente para os descendentes dos maias. Eles têm aproveitado a oportunidade para lucrar com a interpretação de especialistas sobre o seu calendário.
Como resultado, alguns dos sítios arqueológicos mais representativos do Antigo Império Maia, cidades como Palenque, Comalcalco, Chichen Itza, Uxmal e Coba (no México) Xunantunich (Belize), Joya de Ceren (El Salvador), Tikal (Guatemala) e Copán (Honduras) – estão se preparando para um aumento de quase 10% no número de turistas visitando estes lugares até o final do ano.
Embora a maioria dos moradores interprete que isso seja apenas um “baktun” (fim de ciclo), cada país criou suas próprias atividades para atrair mais gente. Entre elas há, por exemplo, competições de surfe noturno perto das quatro pirâmides de El Salvador, que remetem aos quatro elementos da natureza: água, terra, fogo e ar.
Mais de 150 centros maias antes desconhecidos nos cinco países se tornaram mais populares do que nunca. Isso resulta em um aumento de renda significativa para essas cidades, à medida que o dia 21 de dezembro se aproxima.
Com investimento de US$ 49 milhões, o México anunciou que espera receber 52 milhões de turistas nacionais e estrangeiros e arrecadar cerca de US$ 14 bilhões. Seu programa oficial, chamado de “Mundo Maia” inclui uma série de eventos gastronômicos, arqueológicos e astronômicos. Segundo os historiadores maias, este período que em breve se encerra, começou no dia 11 de agosto de 3114 antes de Cristo. A partir do dia 22 de dezembro, terá início um novo ciclo de 144 mil dias, semelhante ao que termina.
Aparentemente, muitas pessoas demonstram interesse em verificar pessoalmente como será o “apocalipse maia”. As festividades simbólicas começam na primeira semana de dezembro em outros centros como a cidade de Tulum, Chichen Itza e Puerto del Carmen, que já recebem muitos visitantes ao longo do ano.
Por outro lado, os povos indígenas do sudeste do México temem que esse “turismo apocalíptico” afete e contamine seus locais sagrados. Organizações indígenas denunciaram sua exclusão do projeto do pacote promocional “Mundo Maia”, lançado pelo governo mexicano para atrair visitantes às zonas indígenas onde se localizam dezenas de antigas cidades.
Traduzido de Acontecer Cristiano

CHUVA DE SANGUE NO NORTE EUROPEU!!!

Vários países escandinavos testemunharam esta semana um fenômeno meteorológico raro conhecido como “chuva de sangue”. Também chamado de “chuva vermelha”, esse tipo de precipitação atmosférica já foi vista em outra parte do mundo, quase sempre causando pânico entre os moradores dos locais atingidos.
Foi observado pela primeira vez na narrativa da Ilíada, de Homero, no século 8 a. C. Há menções também em textos do século 12, do escritor Geoffrey de Monmouth, que popularizou a lenda do Rei Arthur. Até o século 17 acreditava-se que as gotas vermelhas de chuva eram sangue de verdade e, portanto, um mau presságio. Para alguns trata-se de um sinal apocalíptico.
O Instituto Meteorológico da Suécia (SMHI) explica que o fenômeno não é perigoso e pode apenas deixar manchas avermelhadas. Afinal, são gotas de água normal que, segundo os cientistas, de algum modo acumulam a poeira e partículas da areia do deserto do Saara. Os especialistas explicam que a poeira vermelha é gerada após sucessivas tempestades de areia no deserto que, apesar de ocorrerem a cerca de 2 mil quilômetros de distância, levantam minúsculas partículas que são levadas pelo vento para outras regiões.
No sábado e no domingo nuvens vermelhas passaram sobre Dinamarca e o sul da Suécia. De acordo com Joakim Langner, do Instituto SMHI, a “chuva de sangue” ocorre a cada cinco anos na Suécia, embora seja mais comum na primavera.
Embora seja ainda mais rara no Reino Unido, as nuvens de chuva avermelhada chegaram à Grã-Bretanha junto com uma massa de ar quente vinda da África. Isso deve fazer com que as temperaturas na região cheguem a 20º C nesses dias, algo bem incomum para o meio do outono. Meteorologistas britânicos afirmam que este ano o clima no país foi marcado por temperaturas e fenômenos meteorológicos atípicos, evidenciando as transformações do clima no planeta.
Essa “chuva de sangue” é mais comum em países do sul da Europa, como Espanha, Itália, Portugal e sul da França, que ficam mais próximos do Saara.